1) Veja o que dá para reaproveitar
Um conjunto de lápis de cor do ano passado, um caderno que não foi todo preenchido e a mochila que está em bom estado podem ser reutilizados no novo ano escolar. "Antes de comprar o material, é preciso verificar o que já tem e o que pode ser reutilizado. Dicionário, tesoura, régua e até alguns materiais didáticos podem ser aproveitados", diz Fátima Lemos, assessora técnica da Fundação Procon-SP. Para ela, é importante orientar a criança a cuidar do material. "É uma questão de sustentabilidade também, não só de custo."
2) Pesquise os preços
Não deixe de fazer pesquisas de preços em papelarias, bazares, lojas de departamentos e pela internet. Levantamento do Procon-SP na cidade de São Paulo mostrou que os preços de material escolar chegam a varia 260% para um mesmo produto. "Recomendo que os pais pesquisem, pois a variação de preço costuma ser grande. Um produto caro em um lugar pode estar barato em outro , diz o advogado do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) Igor Marchetti.
3) Converse com os filhos antes das compras
Os pais precisam conversar com os filhos antes das compras para explicar a situação financeira da família e quanto poderão gastar com o material escolar. "É importante que a família tenha o hábito de discutir quais os limites financeiros. A prática mais saudável é conversar antes, planejar com a criança e mostrar o que eles vão comprar", diz Fátima Lemos

4) Cuidado com as marcas
Segundo Marchetti, em geral, materiais com personagens, logotipos e acessórios licenciados apresentam preços mais elevados. Se os pais precisam economizar, devem explicar para a criança que será necessário comprar itens mais básicos.
8) Não deixe para a última hora
Quem deixa para fazer as compras na véspera da volta às aulas pode pagar mais pelo material ou ficar sem ele. "Pode acontecer de os estoques se esgotarem e o preço mudar em função do aumento da procura. É melhor evitar deixar para a última hora para não pagar mais e não correr o risco de ficar sem o material", diz Livia Coelho. Fonte: Economias Uol






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